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Câncer de Mama – A importância da prevenção e de um diagnóstico correto

O câncer de mama é o tipo de tumor mais comum entre mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) ele representa 28% dos novos casos por ano.

São muitos os desafios, mas existem muitas novidades e avanços científicos no diagnóstico e tratamento deste tipo de tumor. A detecção precoce é, sem dúvida, a melhor forma de tratar e curar-se do câncer.

Além disso, estima-se que 30% dos casos poderiam ser evitados com a adoção de práticas saudáveis como:

– prática de atividade física
– alimentação saudável
– manter-se no peso ideal
– evitar consumo de álcool
– amamentar

Os sinais e sintomas mais comuns do câncer de mama são:

– nódulo (caroço) fixo, endurecido e, geralmente, sem dor;
– pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com uma casca de laranja;
– alterações do bico do peito (mamilo);
– pequenos caroços (nódulos) nas axilas ou no pescoço;
– saída espontânea de líquido dos mamilos.

Se você identificar alguns dos sinais ou sintomas, deve procurar um médico para avaliação. Mas é importante dizer que estas alterações podem não ser câncer de mama e apenas o médico e os exames poderão confirmar o diagnóstico.

O principal exame feito para examinar e diagnosticar é a mamografia. Porém, é muito importante que a mulher faça, frequentemente, o autoexame. É através dele que podem ser detectadas alterações e caroços no início do tumor.

Quanto mais cedo você diagnosticar o câncer de mama, menos agressivo o tratamento e maiores as chances de cura.

Veja a seguir, alguns mitos e verdades sobre o assunto:

Mitos e Verdades

Inchaçe vermelhidão são indicativos de câncer
Verdade – O câncer de mama pode provocar algumas alterações no seio, tanto na textura quanto no formato. Outro sintoma é a retração da pele da mama, e a textura que apresenta um aspecto granuloso ou rugoso.

Silicone é fator de risco
Mito – O silicone não é um fator de risco para o câncer de mama, mas pode atrapalhar durante a mamografia. Dependendo de como a prótese esteja posicionada, tumores em estágio inicial podem ficar encobertos e prejudicar o diagnóstico.

é recomendado engravidar mesmo depois do tratamento
Mito – É possível engravidar depois da cura do câncer de mama sim, mas para isso é necessário um planejamento e orientação médica. Especialistas recomendam que a gestação aconteça pelo menos dois anos depois do término do tratamento para garantir a normalização do estrogênio no organismo.

A amamentação previne câncer de mama
Verdade – Com a amamentação acontece a diminuição do desenvolvimento de células presentes nos tumores. A amamentação também é responsável pela renovação dos tecidos mamários, o que possibilita que as células com potencial cancerígeno sejam removidas.